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Luta Contra o Câncer

Celebrar o Dia Mundial da Luta contra o Câncer é importante, diz especialista

Um calendário repleto de meses coloridos e dias específicos com temas relacionados à saúde. Há quem considere isso um risco de banalizar causas e assuntos importantes, mas o fato é que celebrar algumas dessas datas ainda é uma estratégia necessária. O Dia Mundial do Câncer, por exemplo, é um dos mais emblemáticos por se referir a uma causa que afeta dezenas de milhares de pessoas no mundo e ainda causa muitas mortes.

Segundo os especialistas que lidam diariamente com pacientes com câncer, celebra-lo é importante para manter viva a necessidade de conscientização sobre o tema e reforçar atitudes que influenciam diretamente no tratamento e nas chances de cura da doença, independentemente do tipo de tumor.

Karina Cortina, oncologista da Clínica Oncológica, localizada em Higienópolis, região central da capital paulista, ressalta que a grande maioria dos tumores tem origem relacionada à exposição a fatores ambientais e por isso a conscientização tem de ser contínua. “As recomendações gerais para prevenção do câncer, com base nos grandes estudos, são estilo de vida saudável, com atividade física regular, não fumar, não ingerir bebidas alcoólicas, controle do peso corporal, dieta variada com alimentos ricos em fibras, grãos integrais, frutas e vegetais frescos; evitar alimentos gordurosos, conservados em sal, carne vermelha, embutidos e defumados, usar diariamente e frequentemente protetor solar; vacinação e tratamento de infecções. Inserir esses cuidados no dia a dia praticamente diminui significativamente o risco de desenvolver um tumor por fatores externos”, detalha a especialista.

Outro alerta da oncologista é sobre a importância do diagnóstico precoce. Para ela, a necessidade de detectar a doença o mais breve possível é uma ideia que precisa ser cada vez mais difundida, pois as pessoas precisam entender que as taxas de cura estão relacionadas com a extensão da doença no momento do diagnóstico. “Existem muitos tipos de câncer que apresentam uma fase inicial sem que o paciente tenha qualquer sintoma e para detecta-los de maneira precoce, dispomos de testes de rastreamento, os quais incluem exames de imagem, laboratorial, microscópico ou exame físico regular. Como exemplo temos a mamografia, a citologia oncótica do colo do útero, conhecida como Papanicolau, a inspeção da pele, o autoexame das mamas, o toque retal, entre outros”, explica Karina Cortina.

 
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